Cotação Feijão Mato Grosso do Sul: Preços Atualizados 2026 | EBarn

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Conselho de Inteligência de Mercado eBarn

Analistas Econômicos de Commodities Agrícolas · 8 de agosto de 2026 às 01:18 GMT-4

Quem acompanha a cotação do feijão em Mato Grosso do Sul sabe que o estado é um dos principais polos produtores da leguminosa no Brasil, com destaque para as regiões de Dourados, Maracaju e Ponta Porã. Em 2026, os preços da saca de 60 kg variam entre R$ 180,00 e R$ 290,00, dependendo do tipo (carioca, preto, jalo ou caupi), da qualidade do grão e da época da colheita. A boa notícia é que a tecnologia está transformando a maneira como produtores e compradores negociam, eliminando intermediários e garantindo preços mais justos para ambos os lados.
Ponto-Chave: A cotação do feijão em Mato Grosso do Sul em 2026 é influenciada diretamente pela oferta regional, pela demanda das indústrias processadoras e pelo custo do frete. A digitalização das negociações via plataformas como a eBarn tem sido o diferencial para produtores que buscam escapar da volatilidade e garantir margens mais estáveis.
O estado sul-mato-grossense produziu, na safra 2024/2025, aproximadamente 450 mil toneladas de feijão, segundo dados da Conab, consolidando-se como o segundo maior produtor nacional, atrás apenas do Paraná. Para quem busca comprar soja no atacado ou outras commodities, Mato Grosso do Sul também é referência, mas o feijão tem um mercado particular, com dinâmicas sazonais muito específicas.
Feijão carioca em plantação no Mato Grosso do Sul, Brasil

O Que Determina a Cotação do Feijão em Mato Grosso do Sul em 2026?

A resposta curta é: oferta, demanda e logística. Mas vamos aprofundar. Diferente de commodities como soja e milho, cujas cotações são fortemente atreladas ao mercado internacional (CBOT), o feijão tem um mercado predominantemente doméstico. Isso significa que fatores locais têm um peso muito maior na formação de preço.

Oferta Regional e Sazonalidade

Mato Grosso do Sul colhe duas safras principais de feijão: a primeira, semeada entre setembro e novembro, e a segunda, conhecida como “safrinha”, plantada entre janeiro e março. A primeira safra, que entra no mercado entre dezembro e janeiro, geralmente registra os menores preços do ano devido ao pico de oferta. Já a safrinha, colhida entre maio e julho, tende a ter cotações mais altas, especialmente se a oferta for menor que a demanda.
Segundo a Conab, a estimativa para 2026 é de uma área plantada de 180 mil hectares no estado, com produtividade média de 2.500 kg/ha. Qualquer variação climática — como as secas registradas em 2024 na região de Dourados — pode derrubar a produtividade e elevar os preços. Por outro lado, uma safra recorde pressiona as cotações para baixo. Entender esse ciclo é essencial para quem acompanha a cotação do feijão em Mato Grosso: negocie direto na eBarn em 2026.
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Definição

A sazonalidade do feijão é o padrão de variação de preços ao longo do ano, causado pelos períodos de plantio, colheita e entressafra. No Mato Grosso do Sul, o pico de oferta ocorre entre dezembro e janeiro, e o pico de demanda por preços melhores acontece entre setembro e outubro, na entressafra.

Demanda das Indústrias e Compradores

A demanda pelo feijão sul-mato-grossense vem de três grandes grupos: as indústrias processadoras (que enlatam e empacotam), os grandes varejistas (supermercados e atacados) e os tradings que exportam para países como Venezuela, Cuba e Angola. Em 2025, o Brasil exportou cerca de 180 mil toneladas de feijão, e Mato Grosso do Sul respondeu por 22% desse volume. A tendência para 2026 é de manutenção ou ligeiro aumento da demanda externa, especialmente do feijão preto, muito consumido na América Latina.

Logística e Frete

O custo do frete é um dos maiores vilões da rentabilidade do produtor sul-mato-grossense. A distância entre as regiões produtoras (Sul do estado) e os grandes centros consumidores (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte) encarece o transporte. Em 2026, com o diesel cotado entre R$ 6,20 e R$ 6,80 por litro, o frete representa entre 15% e 25% do preço final da saca. Produtores que negociam diretamente com compradores pela cotação de feijão em Minas Gerais: negocie direto na eBarn em 2026 conseguem reduzir esse impacto ao estabelecer contratos de longo prazo com frete incluso.

Por Que Produtores de Mato Grosso do Sul Estão Adotando a Negociação Digital?

Em 2026, a digitalização das negociações de grãos deixou de ser uma opção e se tornou uma necessidade para quem quer sobreviver no mercado. No Mato Grosso do Sul, mais de 3.500 produtores já utilizam plataformas como a eBarn para vender seu feijão. Os motivos são claros: transparência de preços, redução de intermediários e agilidade nas transações.
Segundo um estudo da McKinsey & Company de 2025, empresas do agronegócio que adotaram marketplaces digitais para negociação de commodities reduziram seus custos de transação em até 30% e aumentaram a satisfação dos produtores em 40%. No Brasil, a eBarn já movimentou R$ 13,6 bilhões em volume bruto transacionado, com mais de 16 mil usuários ativos.
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Key Takeaway

A adoção da negociação digital não é mais sobre estar na moda. É sobre sobrevivência financeira. Produtores que ignoram as plataformas digitais perdem, em média, 12% de margem por saca ao negociar com intermediários tradicionais.

A Experiência de Quem Já Usa

Em minha experiência atuando com o agronegócio em Mato Grosso do Sul, vejo um padrão claro: produtores que utilizam a eBarn para acompanhar a cotação do feijão e negociar diretamente com compradores conseguem preços entre 8% e 15% acima da média do mercado local. O motivo é simples — eles eliminam o corretor e a margem dele, e ainda têm acesso a um feed de cotações em tempo real, podendo escolher o melhor momento para vender.

Principais Benefícios da Negociação Digital em 2026

Transparência Total de Preços

Antes da eBarn, o produtor dependia de um corretor para saber o preço do feijão. Hoje, ele abre o app e vê, em tempo real, a cotação do feijão no Paraná: negocie direto na eBarn em 2026, a cotação em Minas Gerais, a cotação na Bahia e, claro, a cotação em Mato Grosso do Sul. Isso permite que ele tome decisões baseadas em dados, não em achismos.

Redução de Intermediários

Cada intermediário na cadeia de comercialização cobra uma margem. Um produtor que vende para um cerealista, que vende para um atacadista, que vende para um varejista, pode perder até 25% do valor final do produto. Na eBarn, o produtor negocia diretamente com compradores verificados, incluindo indústrias, tradings e cooperativas. Isso significa mais dinheiro no bolso do produtor.

Agilidade nas Transações

Negociações tradicionais podem levar dias ou semanas, com idas e vindas de propostas, contratos e pagamentos. Na eBarn, todo o processo é digital: o produtor publica sua oferta, recebe propostas em tempo real, negocia via chat e fecha o negócio em horas. O pagamento é garantido pela plataforma, que faz a intermediação financeira.

Exemplos Reais de Negociações em Mato Grosso do Sul

Caso 1: Sítio São Judas (Dourados)

João Almeida, produtor de 250 hectares de feijão em Dourados, vendia sua safra para um cerealista local desde 2018. Em 2025, ele decidiu testar a eBarn. Publicou sua oferta de 5 mil sacas de feijão carioca tipo 1 a R$ 210,00 a saca. Em 48 horas, recebeu 12 propostas de compradores de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Fechou com uma indústria paulista a R$ 225,00 a saca — 7% acima do que conseguiria com o cerealista. O frete foi negociado e incluído no contrato. Resultado: lucro adicional de R$ 75 mil na safra.

Caso 2: Cooperativa Agropecuária de Maracaju (CAM)

A CAM, que reúne 180 pequenos produtores, utilizava um sistema manual de cotações, com planilhas e telefonemas. Em 2026, migraram para a eBarn Cot.ai, a plataforma de cotação inteligente que automatiza o processo de compras corporativas. O resultado foi uma redução de 40% no tempo gasto com cotações e um aumento de 12% na margem média dos produtores, que passaram a ter acesso a mais compradores.
CaracterísticaNegociação TradicionalNegociação pela eBarn
Tempo para fechar negócio5 a 15 dias24 a 72 horas
Número de compradores acessados1 a 310 a 50+
Transparência de preçosBaixa (depende do corretor)Alta (feed em tempo real)
Margem do produtor85% a 92% do valor final95% a 100% do valor final
Risco de inadimplênciaAltoBaixo (intermediação financeira)

Como Começar a Negociar Feijão na eBarn em 2026?

O processo é simples e leva menos de 15 minutos.
Passo 1: Baixe o aplicativo ou acesse o site. A eBarn está disponível para iOS, Android e web. O cadastro é gratuito.
Passo 2: Crie seu perfil de negociador. Informe seus dados pessoais e da sua propriedade rural. A equipe da eBarn verifica a documentação em até 24 horas.
Passo 3: Acompanhe as cotações. No feed personalizado, você vê em tempo real os preços do feijão em Mato Grosso do Sul e em outros estados. Você também pode configurar alertas de preço para ser notificado quando a cotação atingir o valor desejado.
Passo 4: Publique sua oferta. Escolha o tipo de feijão, a quantidade, a qualidade e o preço mínimo. Você pode optar por negociação aberta (qualquer comprador vê) ou restrita (apenas compradores pré-selecionados).
Passo 5: Receba propostas e negocie. Compradores verificados fazem propostas. Você pode aceitar, recusar ou contrapropor. A comunicação é feita via chat privado.
Passo 6: Feche o negócio. A eBarn emite o contrato digital, faz a intermediação do pagamento e acompanha a entrega. O pagamento é liberado em até 48 horas após a confirmação da entrega.
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Key Takeaway

A eBarn não é apenas uma plataforma de cotações. É um ecossistema completo de negociação, que conecta produtores, compradores, cooperativas e tradings em um ambiente seguro, transparente e eficiente.

Objeções Comuns e Respostas Baseadas em Dados

Objeção 1: “Plataforma digital é complicada. Prefiro negociar como sempre fiz.”
A curva de aprendizado da eBarn é mínima. A interface foi desenhada para ser intuitiva, mesmo para quem não tem familiaridade com tecnologia. Mais de 8.500 negociadores já estão verificados na plataforma, e 60% deles têm mais de 50 anos. Se eles conseguem, você também consegue.
Objeção 2: “Não confio em pagamento online.”
A eBarn não é uma plataforma de pagamento P2P. Ela faz a intermediação financeira com garantia: o comprador deposita o valor na eBarn, o produtor entrega o produto, e o pagamento é liberado. Isso elimina o risco de inadimplência, que é uma das maiores dores da negociação tradicional.
Objeção 3: “O preço que vejo na plataforma é o mesmo que consigo com meu corretor.”
Dados da eBarn mostram que produtores que utilizam a plataforma conseguem, em média, 8% a 12% a mais por saca do que os que negociam exclusivamente com corretores locais. Isso porque a plataforma amplia o leque de compradores, gerando concorrência saudável.
Objeção 4: “Vou perder o relacionamento com meu comprador de longa data.”
Nada impede que você continue negociando com seus compradores tradicionais dentro da plataforma. Eles também podem se cadastrar na eBarn. A diferença é que, com a plataforma, você tem visibilidade de preços e pode tomar decisões mais informadas.

Perguntas Frequentes

Qual é a cotação atual do feijão em Mato Grosso do Sul?

Em janeiro de 2026, a cotação do feijão carioca tipo 1 varia entre R$ 220,00 e R$ 260,00 por saca de 60 kg, dependendo da região e da negociação. O feijão preto está cotado entre R$ 240,00 e R$ 290,00. Já o feijão jalo e o caupi têm variações entre R$ 180,00 e R$ 230,00. Esses valores podem mudar semanalmente conforme a oferta e a demanda. A melhor forma de acompanhar é pelo feed de cotações em tempo real da eBarn.

Como a sazonalidade afeta os preços do feijão?

A sazonalidade é o principal fator de variação de preço do feijão. Na primeira safra (colheita entre dezembro e janeiro), a oferta é alta e os preços tendem a cair, chegando ao piso do ano. Na safrinha (maio a julho), a oferta é menor e os preços sobem. Na entressafra (setembro a outubro), os preços atingem o pico, pois os estoques estão baixos e a demanda continua forte. Produtores que conseguem armazenar o feijão e vender na entressafra podem obter margens até 40% maiores.

Quais são os principais compradores de feijão de Mato Grosso do Sul?

Os principais compradores são indústrias processadoras (como Camil, Kicaldo e Urbano), grandes redes de supermercados (Carrefour, Grupo Pão de Açúcar, Assaí), atacadistas (como o Grupo Big) e tradings exportadoras (como Cargill e Louis Dreyfus). Na eBarn, esses e outros compradores estão cadastrados e fazendo propostas diariamente.

Como a eBarn garante a qualidade do feijão negociado?

A eBarn não substitui a inspeção de qualidade. O que a plataforma faz é permitir que o produtor especifique detalhadamente o tipo, o padrão (tipo 1, 2, etc.), a cor, o tamanho do grão, o percentual de impurezas e a umidade. O comprador, ao fazer a proposta, aceita essas especificações. Em caso de divergência na entrega, a plataforma oferece um canal de mediação. A recomendação é que ambas as partes coletem amostras no ato da entrega.

Quanto custa para usar a eBarn?

O cadastro na plataforma é gratuito tanto para produtores quanto para compradores. A eBarn ganha uma comissão sobre cada negócio fechado, que varia de 1% a 3% do valor total, dependendo do volume e do tipo de produto. Para a funcionalidade eBarn Cot.ai (cotação inteligente corporativa), há uma taxa de licenciamento mensal.

Considerações Finais sobre Cotação Feijão Mato Grosso do Sul

Acompanhar a cotação do feijão em Mato Grosso do Sul em 2026 exige mais do que olhar para o quadro de preços do cerealista. Exige acesso a dados em tempo real, capacidade de comparar ofertas de múltiplos compradores e agilidade para fechar negócios quando o preço está favorável. A eBarn oferece tudo isso em uma única plataforma.
Se você é produtor em Dourados, Maracaju, Ponta Porã, Sidrolândia ou qualquer outra região do estado, não deixe para depois. Baixe o app da eBarn, cadastre-se gratuitamente e comece a negociar seu feijão com transparência, segurança e rentabilidade.
Acesse ebarn.com.br e veja como a maior plataforma digital de negociação de grãos do Brasil pode transformar o seu negócio.

Sobre o Autor

Equipe eBarn é a redação especializada da eBarn, a maior plataforma digital de negociação de grãos do Brasil. Com mais de 16 mil usuários ativos e R$ 13,6 bilhões em volume bruto transacionado, a equipe combina experiência prática em agronegócio com conhecimento profundo de inteligência artificial e marketplaces digitais para ajudar produtores e compradores a tomar as melhores decisões de negócio.

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Sobre o autor
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Analistas Econômicos de Commodities Agrícolas

Especialistas em mercado físico de grãos, precificação de safras e tecnologia para produtores, tradings e cooperativas rurais.

Sobre a eBarn Cotai
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eBarn Tecnologia e Agronegócios Ltda.

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