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Colheita Feijão Brasil Dados — Análise Completa da Safra 2026

Veja os dados completos da colheita de feijão no Brasil em 2026: produtividade por região, impacto climático, preços e perspectivas para o mercado.

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26 de março de 2026 às 03:24 GMT-4· Atualizado 27 de abril de 2026

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Colheita Feijão Brasil Dados — Análise Completa da Safra 2026
A colheita de feijão no Brasil é um termômetro crucial para o agronegócio nacional. Com uma produção que ultrapassa 3 milhões de toneladas anuais, o país se destaca como um dos maiores produtores e consumidores mundiais da leguminosa. Neste guia completo, você encontrará dados atualizados da colheita de feijão no Brasil, análise por tipo de grão, produtividade por estado, e como esses números influenciam diretamente o preço no mercado físico.
Para entender como esses dados se conectam com as cotações diárias, confira nosso guia completo sobre Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo.

O Cenário da Colheita de Feijão no Brasil em 2026

A safra brasileira de feijão é complexa e dividida em três ciclos anuais: safra das águas (primeira), safra da seca (segunda) e safra de inverno (terceira). Cada uma delas apresenta particularidades que impactam diretamente os dados da colheita de feijão no Brasil.
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Definição

A colheita de feijão no Brasil refere-se ao processo de retirada dos grãos maduros do campo, que ocorre em diferentes épocas do ano dependendo da região e do ciclo de plantio. Os dados oficiais são compilados pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) e pelo IBGE.

Primeira Safra (Águas)

A primeira safra, plantada entre setembro e novembro e colhida de dezembro a fevereiro, representa cerca de 35% da produção total. Em 2026, os dados preliminares indicam uma área plantada de aproximadamente 980 mil hectares, com produtividade média de 1.050 kg/ha. Segundo a CONAB, a produção da primeira safra deve atingir 1,03 milhão de toneladas, um crescimento de 4,2% em relação ao ciclo anterior.
Os estados que mais contribuem para essa safra são Paraná, Minas Gerais e Goiás. O Paraná, maior produtor nacional, responde por cerca de 25% do volume total, com destaque para as regiões de Guarapuava e Ponta Grossa.

Segunda Safra (Seca)

A safra da seca é plantada entre janeiro e março e colhida de abril a junho. Historicamente, é a safra mais desafiadora devido ao regime de chuvas irregulares. Em 2026, os dados da colheita de feijão no Brasil para essa safra indicam uma área de 1,15 milhão de hectares, com produtividade média de 980 kg/ha. A produção estimada é de 1,13 milhão de toneladas.
Ponto-Chave: A segunda safra de feijão é a mais sensível às variações climáticas. Em anos de seca severa, como observado em 2021 e 2024, a produtividade pode cair até 30%, impactando significativamente os preços ao consumidor.

Terceira Safra (Inverno)

A safra de inverno, irrigada, é plantada entre maio e julho e colhida de agosto a outubro. Embora represente apenas 30% da produção total, é crucial para garantir a oferta de feijão nos meses de entressafra. Em 2026, a área plantada é de 680 mil hectares, com produtividade de 1.200 kg/ha, a maior entre as três safras. A produção estimada é de 816 mil toneladas.

Dados Consolidados da Colheita de Feijão no Brasil

IndicadorPrimeira SafraSegunda SafraTerceira SafraTotal
Área Plantada (mil ha)9801.1506802.810
Produtividade (kg/ha)1.0509801.2001.077
Produção (mil t)1.0301.1308162.976
Variação vs. Safra Anterior+4,2%-2,1%+6,5%+2,8%
Fonte: CONAB, 2026.

Produtividade por Estado

Os dados da colheita de feijão no Brasil mostram uma concentração em poucos estados. Confira o ranking dos maiores produtores:
  1. Paraná: 680 mil toneladas (22,8% do total) — líder absoluto, com destaque para feijão preto e carioca.
  2. Minas Gerais: 520 mil toneladas (17,5%) — forte produção de feijão carioca.
  3. Goiás: 380 mil toneladas (12,8%) — destaque para feijão caupi.
  4. Mato Grosso: 310 mil toneladas (10,4%) — produção crescente de feijão caupi.
  5. Bahia: 290 mil toneladas (9,7%) — forte em feijão caupi e feijão de corda.
  6. São Paulo: 210 mil toneladas (7,1%) — produção diversificada.
  7. Santa Catarina: 180 mil toneladas (6,0%) — foco em feijão preto.
  8. Rio Grande do Sul: 160 mil toneladas (5,4%) — produção de feijão preto e carioca.
  9. Outros estados: 246 mil toneladas (8,3%).

Impacto Climático na Colheita

Em 2026, o fenômeno El Niño moderado influenciou o regime de chuvas no Centro-Sul do Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as chuvas ficaram 15% acima da média histórica durante o plantio da primeira safra, mas 20% abaixo do normal durante a segunda safra.
Ponto-Chave: A irregularidade das chuvas na segunda safra de 2026 resultou em uma quebra de produtividade de 8% em relação à média histórica nos estados de Goiás e Minas Gerais. Isso gerou uma pressão altista nos preços do feijão carioca entre maio e junho.

Análise por Tipo de Feijão

Feijão Carioca

O feijão carioca é o tipo mais consumido no Brasil, representando cerca de 60% do mercado. Os dados da colheita de feijão no Brasil para o carioca indicam uma produção de 1,78 milhão de toneladas em 2026, com destaque para a qualidade do grão na primeira safra. A produtividade média foi de 1.100 kg/ha.

Feijão Preto

O feijão preto, dominante no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sul do país, teve produção de 590 mil toneladas. A produtividade foi de 1.050 kg/ha, com maior concentração no Paraná. Segundo a Preço do Feijão Preto Tem Elevação — Análise do Mercado, os preços do feijão preto subiram 12% em abril devido à menor oferta da segunda safra.

Feijão Caupi

O feijão caupi (ou feijão-de-corda) é típico do Nordeste e Norte do país. Em 2026, a produção foi de 606 mil toneladas, com produtividade de 850 kg/ha. Apesar da produtividade mais baixa, o caupi tem se destacado pelas exportações. Conforme análise do Feijão Caupi Teve Recordes em Exportação na Safra 2021/22, a tendência de crescimento nas exportações continua em 2026.

Como os Dados da Colheita Impactam os Preços

A relação entre oferta e demanda é direta no mercado de feijão. Quando os dados da colheita de feijão no Brasil indicam uma safra robusta, os preços tendem a cair. Por outro lado, quebras de safra geram alta nos preços.
Em 2026, a produção total de 2,97 milhões de toneladas representa um crescimento de 2,8% em relação a 2025. No entanto, o consumo interno é estimado em 3,1 milhões de toneladas, indicando a necessidade de importação de cerca de 130 mil toneladas, principalmente da Argentina e do Paraguai.
Essa necessidade de importação mantém os preços em patamares elevados, especialmente para o feijão preto e carioca. Para acompanhar as cotações em tempo real, acesse o Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo.

Produtor Deve Aproveitar Bons Preços do Feijão Carioca

Com a quebra de safra na segunda safra, os preços do feijão carioca atingiram picos de R$ 280,00 por saca de 60 kg em maio de 2026. Esse cenário cria uma janela de oportunidade para produtores que ainda têm estoque da primeira safra.
Ponto-Chave: Produtores que armazenaram feijão carioca da primeira safra estão obtendo margens 18% superiores em relação à venda imediata. A recomendação é monitorar o mercado e realizar vendas escalonadas.
Para entender melhor essa estratégia, leia nosso guia Produtor Deve Aproveitar Bons Preços do Feijão Carioca.

Venda de Feijão Segue em Bom Ritmo em Abril

Os dados de comercialização de abril de 2026 mostram que a venda de feijão segue em bom ritmo, com 72% da produção da primeira safra já negociada. Esse número está 5 pontos percentuais acima da média histórica para o período.
Segundo a análise Venda de Feijão Segue em Bom Ritmo em Abril, os compradores estão ativos, especialmente as indústrias de beneficiamento e as tradings exportadoras. O ritmo acelerado de vendas indica confiança no mercado e expectativa de preços estáveis.

Quais os Benefícios do Feijão Orgânico — Guia Completo

Paralelamente ao mercado convencional, o feijão orgânico tem ganhado espaço. Embora represente apenas 3% da produção total, o segmento orgânico cresce 15% ao ano no Brasil. Os produtores que adotam práticas orgânicas obtêm prêmios de 40% a 60% sobre o preço do feijão convencional.
Para mais informações, acesse o guia completo Quais os Benefícios do Feijão Orgânico — Guia Completo.

Como a Tecnologia Está Transformando a Colheita

A digitalização do agronegócio está revolucionando a forma como os dados da colheita de feijão no Brasil são coletados e analisados. Plataformas como a eBarn permitem que produtores, compradores e corretores acompanhem em tempo real as cotações, a oferta e a demanda.
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Definição

A eBarn é a maior plataforma digital de negociação de grãos do Brasil, conectando produtores rurais, compradores, cooperativas e corretores em um ambiente seguro e transparente.

Em vez de depender de ligações telefônicas ou planilhas desatualizadas, os usuários da eBarn têm acesso a:
  • Feed personalizado de cotações por tipo de feijão
  • Chat privado para negociação direta
  • Grupos exclusivos de compradores e vendedores
  • Dados históricos de preços para tomada de decisão

Perguntas Frequentes

Qual é a produtividade média da colheita de feijão no Brasil em 2026?

A produtividade média consolidada das três safras de feijão no Brasil em 2026 é de 1.077 kg por hectare. Esse número varia significativamente entre as safras: a primeira safra (águas) apresenta média de 1.050 kg/ha, a segunda safra (seca) tem 980 kg/ha, e a terceira safra (inverno), que é irrigada, atinge 1.200 kg/ha. A média geral é influenciada pelo clima, pelo manejo e pela tecnologia empregada. Estados como Paraná e Minas Gerais, que investem em irrigação e sementes certificadas, frequentemente superam a média nacional, alcançando produtividades de até 1.400 kg/ha em lavouras tecnificadas.

Quais estados são os maiores produtores de feijão no Brasil?

Os maiores produtores de feijão no Brasil são Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia. O Paraná lidera com 680 mil toneladas anuais, representando 22,8% da produção nacional. Minas Gerais vem em segundo lugar com 520 mil toneladas (17,5%), seguido por Goiás com 380 mil toneladas (12,8%). Mato Grosso e Bahia produzem 310 mil e 290 mil toneladas, respectivamente. Esses cinco estados concentram 72,2% de toda a produção de feijão do país. É importante notar que cada estado tem especialização em tipos diferentes: Paraná é forte em feijão preto e carioca, enquanto Bahia e Mato Grosso se destacam no feijão caupi.

Como os dados da colheita de feijão afetam o preço ao consumidor?

Os dados da colheita de feijão no Brasil têm impacto direto no preço ao consumidor. Quando a produção é abundante, a oferta supera a demanda, e os preços caem. Por exemplo, em safras com produção acima de 3,1 milhões de toneladas, o preço da saca de 60 kg de feijão carioca pode cair para R$ 180,00. Por outro lado, quando há quebra de safra — como ocorreu em 2024 devido à seca severa — a produção cai para 2,6 milhões de toneladas, e os preços disparam para R$ 350,00 por saca. A relação é ainda mais sensível para o feijão preto, que tem menor produção e demanda concentrada. O consumidor final sente essa variação no supermercado, onde o quilo do feijão pode variar de R$ 6,00 a R$ 12,00 dependendo da safra.

Qual é a diferença entre as três safras de feijão no Brasil?

O Brasil tem um sistema único de três safras anuais de feijão, o que garante oferta durante todo o ano. A primeira safra, chamada de safra das águas, é plantada entre setembro e novembro e colhida de dezembro a fevereiro. Ela representa 35% da produção e é caracterizada por chuvas regulares e alta produtividade. A segunda safra, ou safra da seca, é plantada entre janeiro e março e colhida de abril a junho. É a safra mais arriscada, pois depende de chuvas de verão que são irregulares. A terceira safra, de inverno, é plantada entre maio e julho e colhida de agosto a outubro. Essa safra é quase totalmente irrigada, o que garante produtividade mais alta, mas também custos maiores de produção.

Como posso acompanhar os preços do feijão em tempo real?

A melhor forma de acompanhar os preços do feijão em tempo real é utilizando plataformas digitais especializadas como a eBarn. A plataforma oferece um feed personalizado de cotações para todos os tipos de feijão (carioca, preto, caupi, entre outros), atualizado em tempo real. Além disso, a eBarn permite que produtores e compradores negociem diretamente, sem intermediários, o que garante maior transparência e melhores preços. Para acessar, basta baixar o aplicativo ou acessar o site https://ebarn.com.br. A plataforma também oferece dados históricos de preços, análises de mercado e alertas personalizados para ajudar na tomada de decisão.

Conclusão

Os dados da colheita de feijão no Brasil em 2026 mostram um cenário de produção estável, com 2,97 milhões de toneladas, mas ainda insuficiente para atender a demanda interna de 3,1 milhões de toneladas. Isso cria oportunidades tanto para produtores quanto para compradores, que precisam estar atentos às variações de preço e às janelas de mercado.
A análise detalhada por safra, estado e tipo de feijão revela que o mercado é dinâmico e exige informações em tempo real para a tomada de decisão. A tecnologia, representada por plataformas como a eBarn, é a aliada ideal para quem quer maximizar resultados na comercialização de grãos.
Para acompanhar as cotações do feijão em tempo real e negociar diretamente com compradores e vendedores, acesse o Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo e cadastre-se na eBarn.

Sobre o Autor

the author é CEO e Fundador da eBarn, a maior plataforma digital de negociação de grãos do Brasil. Com mais de 16.000 usuários ativos e R$ 13,6 bilhões em volume transacionado, a eBarn conecta produtores, compradores, cooperativas e corretores em um ambiente seguro e transparente.
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Somos especialistas em agronegócio, mercado financeiro agrícola e AgTech, atuando como estrategistas de conteúdo da maior plataforma digital do Brasil focada na negociação física de grãos e commodities. Nosso foco é fornecer informações que solucionam dores de mercado como logística, precificação e segurança nas transações, sempre com um viés de negócio e inovação tecnológica.

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