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Tipos de Feijão Mais Comercializados no Brasil em 2026

Descubra os principais tipos de feijão cultivados e negociados no Brasil em 2026. Guia completo com cotações, safras e dicas de comercialização.

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Equipe eBarn

Redação eBarn · 26 de março de 2026 às 08:50 GMT-4· Atualizado 5 de maio de 2026

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Tipos de Feijão Mais Comercializados no Brasil em 2026
O Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de feijão do mundo. Com uma diversidade de climas e solos, o país cultiva uma ampla variedade de tipos de feijão Brasil, cada um com características específicas de mercado, preço e demanda. Neste guia, analisamos os principais tipos de feijão comercializados no Brasil em 2026, com dados atualizados de cotação, safra e tendências de comercialização.
Para uma visão completa sobre as cotações atualizadas de cada tipo, consulte nosso guia principal sobre Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo.

O Mercado de Feijão no Brasil em 2026

O feijão é um alimento básico na mesa do brasileiro, com consumo médio anual de aproximadamente 17 kg per capita. Em 2026, o mercado de feijão no Brasil enfrenta desafios e oportunidades únicas. A safra total estimada para o ciclo 2025/2026 é de cerca de 3,2 milhões de toneladas, com destaque para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.

Principais Estados Produtores

EstadoPrincipais TiposParticipação na Safra
ParanáCarioca, Preto, Caupi25%
Minas GeraisCarioca, Preto20%
BahiaFeijão Caupi, Carioca15%
GoiásCarioca, Preto12%
Mato GrossoSoja, Milho, Feijão (2ª safra)10%
Ponto-Chave: A diversidade de tipos de feijão Brasil reflete a adaptação do cultivo às diferentes regiões e condições climáticas. Cada tipo tem seu próprio calendário de safra e padrão de preços.

Os Principais Tipos de Feijão Comercializados no Brasil

1. Feijão Carioca

O feijão carioca é, de longe, o tipo mais consumido no Brasil, representando cerca de 70% do mercado interno. Sua coloração bege com listras marrons e textura cremosa o tornam o favorito para o preparo do feijão comum.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Setembro a Dezembro (1ª safra) e Fevereiro a Maio (2ª safra)
  • Preço médio em 2026: R$ 180–250/saca (60 kg)
  • Demanda: Alta e constante durante todo o ano
Comercialização: A maior parte da produção de feijão carioca é destinada ao mercado interno, com forte presença em supermercados e feiras livres. A liquidez é alta, mas os preços podem variar significativamente conforme a oferta.
Para uma análise detalhada dos preços atuais, veja nosso artigo Produtor Deve Aproveitar Bons Preços do Feijão Carioca.

2. Feijão Preto

O feijão preto é o segundo tipo mais consumido, com forte presença nas regiões Sul e Sudeste. Seu consumo é especialmente alto no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Outubro a Janeiro (1ª safra) e Março a Junho (2ª safra)
  • Preço médio em 2026: R$ 200–300/saca
  • Demanda: Sazonal, com picos no inverno
Comercialização: O feijão preto tem um mercado mais concentrado, com grandes redes varejistas comprando volumes significativos. A qualidade do grão (tamanho, cor e ausência de impurezas) é fundamental para o preço.

3. Feijão Caupi (Feijão de Corda)

O feijão caupi, também conhecido como feijão de corda ou feijão macassar, é amplamente cultivado no Nordeste brasileiro. É resistente à seca e tem alto valor nutricional.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Janeiro a Abril (dependendo da região)
  • Preço médio em 2026: R$ 150–200/saca
  • Demanda: Crescente, especialmente para exportação
Comercialização: O feijão caupi tem ganhado espaço no mercado internacional, especialmente para países da África e Europa. A produção orgânica deste tipo tem se valorizado.

4. Feijão Jalo

O feijão jalo é um tipo de grão graúdo, amarelado e de sabor suave. É muito utilizado em pratos típicos como o feijão tropeiro e saladas.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Setembro a Novembro
  • Preço médio em 2026: R$ 220–300/saca
  • Demanda: Nicho, mas com preços premium
Comercialização: O feijão jalo atende a um mercado específico de restaurantes e consumidores que buscam grãos de alta qualidade. A produção é menor, mas os preços são mais atrativos.

5. Feijão Branco (Feijão Fradinho)

O feijão branco, também chamado de feijão fradinho, é menos comum no Brasil, mas tem consumo significativo em algumas regiões e para a indústria de conservas.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Outubro a Dezembro
  • Preço médio em 2026: R$ 250–350/saca
  • Demanda: Estável, com foco em exportação
Comercialização: O feijão branco é frequentemente exportado para países como Estados Unidos e Inglaterra, onde é usado em pratos tradicionais.

6. Feijão Orgânico

O feijão orgânico é cultivado sem agrotóxicos e fertilizantes sintéticos. A demanda tem crescido significativamente nos últimos anos, especialmente entre consumidores preocupados com saúde e sustentabilidade.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Depende da região e do tipo
  • Preço médio em 2026: 30–50% acima do convencional
  • Demanda: Crescente, especialmente em grandes centros urbanos
Comercialização: O feijão orgânico é negociado principalmente por meio de contratos diretos com supermercados e lojas especializadas. A certificação é essencial.

Comparação de Preços e Características

Tipo de FeijãoPreço Médio (R$/saca)Safra PrincipalDemanda
Carioca180–250Set–Dez / Fev–MaiAlta
Preto200–300Out–Jan / Mar–JunMédia–Alta
Caupi150–200Jan–AbrMédia
Jalo220–300Set–NovBaixa (Nicho)
Branco250–350Out–DezBaixa
Orgânico+30–50%VariávelCrescente
Ponto-Chave: A escolha do tipo de feijão a ser cultivado ou comercializado deve considerar não apenas o preço, mas também a demanda regional, a logística e a sazonalidade.

Como Funciona a Comercialização de Feijão no Brasil

A comercialização de feijão no Brasil envolve diversos atores: produtores, cooperativas, corretores, indústrias e varejistas. O processo pode ser dividido em etapas:
  1. Produção: O produtor rural cultiva o feijão, seguindo as práticas agrícolas recomendadas.
  2. Colheita e Beneficiamento: Após a colheita, o feijão é limpo, classificado e embalado.
  3. Negociação: A venda pode ser feita diretamente ao consumidor, a cooperativas, a corretores ou a indústrias.
  4. Transporte: O feijão é transportado para centros de distribuição ou indústrias.
  5. Processamento e Venda Final: O feijão é processado (cozido, enlatado) ou vendido in natura.

Desafios na Comercialização

  • Volatilidade de Preços: Os preços do feijão são altamente voláteis, influenciados por clima, oferta e demanda.
  • Logística: O transporte de grãos a granel exige cuidados especiais para evitar perdas.
  • Qualidade: A qualidade do grão é fundamental para o preço final.

Vantagens de Usar a eBarn para Negociar Feijão

A plataforma eBarn foi projetada para facilitar a comercialização de grãos, incluindo todos os tipos de feijão. Com mais de 16.000 usuários ativos e R$ 13,6 bilhões em volume transacionado, a eBarn conecta produtores, compradores e corretores de forma segura e eficiente.

Principais Benefícios

  • Feed de Cotações em Tempo Real: Acompanhe os preços dos principais tipos de feijão em todo o Brasil.
  • Ambiente de Negociação Seguro: Converse diretamente com compradores e vendedores.
  • Grupos Exclusivos: Participe de grupos de discussão sobre o mercado de feijão.
  • Solução White-Label (CX Corp): Cooperativas e empresas podem criar seus próprios aplicativos de negociação.

Perguntas Frequentes

Qual é o tipo de feijão mais consumido no Brasil?

O feijão carioca é o mais consumido, representando cerca de 70% do mercado interno. Sua popularidade se deve ao sabor neutro e à textura cremosa. Em 2026, a produção de feijão carioca deve atingir 2,2 milhões de toneladas, com destaque para os estados do Paraná e Minas Gerais.

Como o preço do feijão é influenciado pelos tipos?

Cada tipo de feijão tem seu próprio mercado e, consequentemente, sua própria dinâmica de preços. Fatores como oferta sazonal, demanda regional e qualidade do grão afetam o valor. Por exemplo, o feijão preto tende a ser mais caro que o carioca em períodos de entressafra, enquanto o feijão orgânico tem preço premium.

Quais são os melhores tipos de feijão para exportação?

O feijão caupi e o feijão branco são os mais exportados. O caupi é muito apreciado em países africanos e europeus, enquanto o branco tem mercado nos Estados Unidos e Reino Unido. A exportação de feijão orgânico também tem crescido.

Como a safra de feijão impacta os preços?

A safra de feijão no Brasil é dividida em duas principais: a primeira (setembro a dezembro) e a segunda (fevereiro a maio). A oferta de cada safra influencia diretamente os preços. Em anos de safra recorde, os preços tendem a cair; em anos de quebra de safra (por clima adverso), os preços sobem.

Onde posso acompanhar as cotações de feijão em tempo real?

A plataforma eBarn oferece feed de cotações em tempo real para todos os principais tipos de feijão comercializados no Brasil. Você pode acessar pelo site https://ebarn.com.br ou pelo aplicativo móvel.

Conclusão

Conhecer os principais tipos de feijão comercializados no Brasil é essencial para quem atua no mercado agrícola. Cada tipo — do carioca ao orgânico — tem suas particularidades de cultivo, preço e demanda. Em 2026, a diversidade de tipos de feijão Brasil continua sendo um dos pilares da segurança alimentar e da economia rural.
Para se manter atualizado sobre as cotações e tendências do mercado, acesse nosso guia completo: Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo.
Quer negociar feijão de forma segura e eficiente? Cadastre-se na eBarn e tenha acesso a milhares de compradores e vendedores, cotações em tempo real e ferramentas de negociação.

Sobre o Autor

the author é CEO e Fundador da eBarn, a maior plataforma digital de negociação de grãos do Brasil. Com mais de 16.000 usuários ativos e R$ 13,6 bilhões em volume transacionado, ele lidera a transformação digital do agronegócio brasileiro.
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Somos especialistas em agronegócio, mercado financeiro agrícola e AgTech, atuando como estrategistas de conteúdo da maior plataforma digital do Brasil focada na negociação física de grãos e commodities. Nosso foco é fornecer informações que solucionam dores de mercado como logística, precificação e segurança nas transações, sempre com um viés de negócio e inovação tecnológica.

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