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Tipos De Feijao Brasil15 min de leitura

Tipos de Feijão Mais Comercializados no Brasil em 2026

Conheça os principais tipos de feijão Brasil em 2026: carioca, preto, caupi, jalo, branco e orgânico. Veja cotações, safras e dicas de comercialização.

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Equipe eBarn

CEO & Founder, eBarn · 23 de junho de 2026 às 00:41 GMT-4· Atualizado 28 de junho de 2026

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Aerial view of a combine harvester working through a wheat field in summer at Saigneville, France.
📖Este artigo faz parte do guia completo sobre Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo.

O Mercado de Feijão no Brasil em 2026

O feijão é um alimento básico na mesa do brasileiro, com consumo médio anual de aproximadamente 17 kg per capita, segundo dados da CONAB. Em 2026, o mercado de feijão no Brasil enfrenta desafios e oportunidades únicas. A safra total estimada para o ciclo 2025/2026 é de cerca de 3,2 milhões de toneladas, com destaque para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. De acordo com o IBGE, a produção de feijão em 2025 foi 5% superior à do ano anterior, impulsionada por melhores condições climáticas.
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Definição

Tipos de feijão Brasil refere-se às variedades de Phaseolus vulgaris e Vigna unguiculata cultivadas no país, adaptadas a diferentes regiões e usos culinários.

Principais Estados Produtores

EstadoPrincipais TiposParticipação na Safra
ParanáCarioca, Preto, Caupi25%
Minas GeraisCarioca, Preto20%
BahiaFeijão Caupi, Carioca15%
GoiásCarioca, Preto12%
Mato GrossoSoja, Milho, Feijão (2ª safra)10%
A diversidade de tipos de feijão Brasil reflete a adaptação do cultivo às diferentes regiões e condições climáticas. Cada tipo tem seu próprio calendário de safra e padrão de preços.

Os Principais Tipos de Feijão Comercializados no Brasil

1. Feijão Carioca

O feijão carioca é, de longe, o tipo mais consumido no Brasil, representando cerca de 70% do mercado interno. Sua coloração bege com listras marrons e textura cremosa o tornam o favorito para o preparo do feijão comum.
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Key Takeaway

O feijão carioca domina o mercado brasileiro, mas sua alta liquidez exige atenção aos picos de safra para garantir melhor preço.

Características de Mercado:
  • Safra principal: Setembro a Dezembro (1ª safra) e Fevereiro a Maio (2ª safra)
  • Preço médio em 2026: R$ 180–250/saca (60 kg)
  • Demanda: Alta e constante durante todo o ano
Comercialização: A maior parte da produção de feijão carioca é destinada ao mercado interno, com forte presença em supermercados e feiras livres. A liquidez é alta, mas os preços podem variar significativamente conforme a oferta. Segundo a EMBRAPA, o carioca responde por 65% da área plantada de feijão no Brasil.
Para uma análise detalhada dos preços atuais, veja nosso artigo Produtor Deve Aproveitar Bons Preços do Feijão Carioca.

2. Feijão Preto

O feijão preto é o segundo tipo mais consumido, com forte presença nas regiões Sul e Sudeste. Seu consumo é especialmente alto no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Outubro a Janeiro (1ª safra) e Março a Junho (2ª safra)
  • Preço médio em 2026: R$ 200–300/saca
  • Demanda: Sazonal, com picos no inverno
Comercialização: O feijão preto tem um mercado mais concentrado, com grandes redes varejistas comprando volumes significativos. A qualidade do grão (tamanho, cor e ausência de impurezas) é fundamental para o preço. Dados da CONAB indicam que o preço do feijão preto tende a ser 20% maior que o carioca na entressafra.

3. Feijão Caupi (Feijão de Corda)

O feijão caupi, também conhecido como feijão de corda ou feijão macassar, é amplamente cultivado no Nordeste brasileiro. É resistente à seca e tem alto valor nutricional.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Janeiro a Abril (dependendo da região)
  • Preço médio em 2026: R$ 150–200/saca
  • Demanda: Crescente, especialmente para exportação
Comercialização: O feijão caupi tem ganhado espaço no mercado internacional, especialmente para países da África e Europa. A produção orgânica deste tipo tem se valorizado. De acordo com a FAO, a demanda global por leguminosas como o caupi deve crescer 15% até 2030.

4. Feijão Jalo

O feijão jalo é um tipo de grão graúdo, amarelado e de sabor suave. É muito utilizado em pratos típicos como o feijão tropeiro e saladas.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Setembro a Novembro
  • Preço médio em 2026: R$ 220–300/saca
  • Demanda: Nicho, mas com preços premium
Comercialização: O feijão jalo atende a um mercado específico de restaurantes e consumidores que buscam grãos de alta qualidade. A produção é menor, mas os preços são mais atrativos. A EMBRAPA desenvolveu cultivares de jalo com maior produtividade.

5. Feijão Branco (Feijão Fradinho)

O feijão branco, também chamado de feijão fradinho, é menos comum no Brasil, mas tem consumo significativo em algumas regiões e para a indústria de conservas.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Outubro a Dezembro
  • Preço médio em 2026: R$ 250–350/saca
  • Demanda: Estável, com foco em exportação
Comercialização: O feijão branco é frequentemente exportado para países como Estados Unidos e Inglaterra, onde é usado em pratos tradicionais. O preço elevado reflete o menor volume produzido e a qualidade exigida.

6. Feijão Orgânico

O feijão orgânico é cultivado sem agrotóxicos e fertilizantes sintéticos. A demanda tem crescido significativamente nos últimos anos, especialmente entre consumidores preocupados com saúde e sustentabilidade.
Características de Mercado:
  • Safra principal: Depende da região e do tipo
  • Preço médio em 2026: 30–50% acima do convencional
  • Demanda: Crescente, especialmente em grandes centros urbanos
Comercialização: O feijão orgânico é negociado principalmente por meio de contratos diretos com supermercados e lojas especializadas. A certificação é essencial. O mercado de orgânicos no Brasil cresce 20% ao ano, segundo o Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável.

Fatores que Influenciam a Comercialização

A comercialização de tipos de feijão Brasil é influenciada por diversos fatores:
  • Clima e Sazonalidade: A oferta varia com as safras; eventos climáticos extremos como secas ou chuvas excessivas podem reduzir a produção e elevar os preços. A irrigação tem se tornado uma prática importante para mitigar riscos, especialmente no cerrado.
  • Logística e Transporte: O custo do frete e a infraestrutura de armazenamento afetam a formação de preços. Regiões distantes dos centros consumidores tendem a ter preços mais baixos na porteira.
  • Qualidade do Grão: A classificação por tipo, cor, tamanho e ausência de impurezas é determinante para o valor final. Grãos com alta porcentagem de avariados ou quebrados perdem valor.
  • Demanda Regional: Cada região tem preferência por um tipo de feijão. O preto é mais consumido no Sudeste, enquanto o caupi predomina no Nordeste.
  • Exportação: A demanda externa por feijão brasileiro tem crescido, especialmente para caupi e branco. O câmbio favorável em 2026 impulsiona as vendas externas.
Ponto-Chave: A volatilidade dos preços do feijão exige que produtores e compradores acompanhem as cotações diariamente. Ferramentas digitais como a eBarn oferecem em tempo real as informações necessárias para decisões mais assertivas.

Comparação de Preços e Características

Tipo de FeijãoPreço Médio (R$/saca)Safra PrincipalDemanda
Carioca180–250Set–Dez / Fev–MaiAlta
Preto200–300Out–Jan / Mar–JunMédia–Alta
Caupi150–200Jan–AbrMédia
Jalo220–300Set–NovBaixa (Nicho)
Branco250–350Out–DezBaixa
Orgânico+30–50%VariávelCrescente
A escolha do tipo de feijão a ser cultivado ou comercializado deve considerar não apenas o preço, mas também a demanda regional, a logística e a sazonalidade.
Agricultor segurando feijão na lavoura

Tendências e Perspectivas para 2026

O mercado de tipos de feijão Brasil em 2026 apresenta algumas tendências claras:
  1. Crescimento do Feijão Orgânico: A demanda por alimentos saudáveis e sustentáveis impulsiona a produção orgânica. Produtores que investirem em certificação podem obter preços premium.
  2. Uso de Tecnologia na Comercialização: Plataformas digitais como a eBarn estão revolucionando a forma como o feijão é negociado, oferecendo transparência e eficiência.
  3. Exportação em Alta: O feijão caupi e o branco têm conquistado mercados internacionais. A Índia e os EUA são destinos promissores.
  4. Mudanças Climáticas: A seca no Nordeste e as geadas no Sul afetam a oferta, exigindo planejamento e uso de cultivares mais resistentes. A pesquisa da EMBRAPA tem desenvolvido variedades tolerantes a estresses hídricos.
  5. Consumo Interno Estável: Apesar da concorrência de outros alimentos, o feijão mantém seu lugar na mesa do brasileiro. O consumo per capita deve se manter em torno de 17 kg.
Para produtores, a diversificação de tipos pode ser uma estratégia para reduzir riscos. Por exemplo, plantar carioca e preto permite aproveitar diferentes janelas de mercado.

Como a eBarn Facilita a Negociação de Feijão

A plataforma eBarn foi projetada para facilitar a comercialização de grãos, incluindo todos os tipos de feijão Brasil. Com mais de 16.000 usuários ativos e R$ 13,6 bilhões em volume transacionado, a eBarn conecta produtores, compradores e corretores de forma segura e eficiente.

Principais Benefícios

  • Feed de Cotações em Tempo Real: Acompanhe os preços dos principais tipos de feijão em todo o Brasil. Diferentemente de planilhas manuais ou listas genéricas, a eBarn oferece dados atualizados de fontes confiáveis.
  • Ambiente de Negociação Seguro: Converse diretamente com compradores e vendedores por chat privado, com histórico completo de transações.
  • Grupos Exclusivos: Participe de grupos de discussão sobre o mercado de feijão, compartilhando informações e oportunidades.
  • Solução White-Label (CX Corp): Cooperativas e empresas podem criar seus próprios aplicativos de negociação, utilizando a infraestrutura da eBarn.
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Key Takeaway

A eBarn não apenas mostra cotações, mas permite que você negocie diretamente, eliminando intermediários e reduzindo custos operacionais.

Perguntas Frequentes

Qual é o tipo de feijão mais consumido no Brasil?

O feijão carioca é o mais consumido, representando cerca de 70% do mercado interno. Sua popularidade se deve ao sabor neutro e à textura cremosa. Em 2026, a produção de feijão carioca deve atingir 2,2 milhões de toneladas, com destaque para os estados do Paraná e Minas Gerais.

Como o preço do feijão é influenciado pelos tipos?

Cada tipo de feijão tem seu próprio mercado e, consequentemente, sua própria dinâmica de preços. Fatores como oferta sazonal, demanda regional e qualidade do grão afetam o valor. Por exemplo, o feijão preto tende a ser mais caro que o carioca em períodos de entressafra, enquanto o feijão orgânico tem preço premium.

Quais são os melhores tipos de feijão para exportação?

O feijão caupi e o feijão branco são os mais exportados. O caupi é muito apreciado em países africanos e europeus, enquanto o branco tem mercado nos Estados Unidos e Reino Unido. A exportação de feijão orgânico também tem crescido, especialmente para a Europa.

Como a safra de feijão impacta os preços?

A safra de feijão no Brasil é dividida em duas principais: a primeira (setembro a dezembro) e a segunda (fevereiro a maio). A oferta de cada safra influencia diretamente os preços. Em anos de safra recorde, os preços tendem a cair; em anos de quebra de safra (por clima adverso), os preços sobem. Em 2026, a primeira safra foi prejudicada por chuvas excessivas no Sul, o que elevou os preços do carioca.

Onde posso acompanhar as cotações de feijão em tempo real?

A plataforma eBarn oferece feed de cotações em tempo real para todos os principais tipos de feijão comercializados no Brasil. Você pode acessar pelo site ebarn.com.br ou pelo aplicativo móvel disponível para Android e iOS.

Quais regiões são melhores para produzir feijão carioca?

O Paraná e Minas Gerais são os maiores produtores de feijão carioca, com condições climáticas ideais. Goiás e Mato Grosso também têm se destacado na segunda safra, aproveitando a rotação com milho e soja.

Qual a diferença entre feijão caupi e feijão carioca?

O feijão caupi (Vigna unguiculata) é de origem africana, mais resistente à seca, e tem grãos menores e mais claros. O carioca (Phaseolus vulgaris) é o feijão comum brasileiro, com listras marrons. O caupi é mais consumido no Nordeste, enquanto o carioca domina o resto do país.

Como a tecnologia pode ajudar na comercialização de feijão?

Plataformas digitais como a eBarn oferecem cotações em tempo real, contato direto entre compradores e vendedores, e ferramentas de análise de mercado. Isso reduz a assimetria de informação e permite negociações mais justas. Além disso, sistemas de inteligência artificial ajudam a prever tendências de preços.

Conclusão

Conhecer os principais tipos de feijão Brasil é essencial para quem atua no mercado agrícola. Cada tipo — do carioca ao orgânico — tem suas particularidades de cultivo, preço e demanda. Em 2026, a diversidade de tipos de feijão Brasil continua sendo um dos pilares da segurança alimentar e da economia rural.
Para se manter atualizado sobre as cotações e tendências do mercado, acesse nosso guia completo: Preço do Feijão Hoje — Cotação Atualizada por Tipo.
Quer negociar feijão de forma segura e eficiente? Cadastre-se na eBarn e tenha acesso a milhares de compradores e vendedores, cotações em tempo real e ferramentas de negociação.

Sobre o Autor

Equipe eBarn é CEO e Fundador da eBarn, a maior plataforma digital de negociação de grãos do Brasil. Com mais de 16.000 usuários ativos e R$ 13,6 bilhões em volume transacionado, ele lidera a transformação digital do agronegócio brasileiro.
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